JANELA JOHARI
De acordo com o coordenador, a prática é usada nas equipes para que as pessoas percebam quais são suas características e saibam notar as dos demais colegas, o que é importante para o relacionamento. "A técnica visa aproximar ainda mais as pessoas".
As conseqüências disso são uma melhor conexão entre a equipe que, a partir do conhecimento das qualidades de seus membros, passarão a respeitá-los mais e saber com quem contar para cada tipo de trabalho. Resultado: mais produtividade num ambiente harmonioso!
3 – COMO FAZER
A Janela de Johari deve ser aplicada em quatro etapas, nas quais qualidades devem ser expostas, descritas de maneira simplificada abaixo:
* Imagem aberta: qualidades que você sabe que tem e os outros também. É uma espécie de retrato onde a pessoa se identifica assim como os outros a identificam;
* Imagem secreta: qualidades que você sabe que tem e os outros não. É o que a pessoa realmente é, mas esconde das demais;
* Imagem cega: qualidades que você não sabe que tem, mas os outros sim. A percepção das demais pessoas sobre você;
* Imagem desconhecida: qualidades que nem você nem os outros sabem que você possui. É o que está presente no subconsciente, difícil de ser analisado e percebido.
Durante a dinâmica, cada pessoa recebe um papel com quatro quadrados para colocar suas características, os papéis rodam e as outras pessoas também preenchem.
Depois disso, são colocadas para o grupo as qualificações de cada profissional, em uma lousa. É nessa hora que entra o psicólogo, para analisar os dados. A realidade pode ser um pouco dura com um integrante da equipe e, por isso, é preciso maturidade para participar, disse o coordenador
1 – INTRODUÇÃO
A Janela de Johari é uma ferramenta conceitual,
criada por “Joseph Luft e Harrington
Ingham em 1955”, que tem como objetivo auxiliar no entendimento da comunicação interpessoal e nos
relacionamentos com um grupo.
Este conceito pode aplicar-se ao
estudo a interacção e das relações interpessoais em várias situações,
nomeadamente, entre indivíduos, grupos ou organizações.
A palavra Johari, tem origem na
composição dos prenomes dos seus criadores: Jo(seph) e Hari(Harrington).
O conceito tem um modelo de
representação, que permite, revelar o grau de lucidez nas relações
interpessoais, relativamente a um dado ego, classificando os elementos que as
dominam, num gráfico de duas entradas (janela): busca de feedback versus
auto-exposição, subdividido em quatro áreas:
- Área livre ou eu aberto;
- Área cega ou eu cego;
- Área secreta ou eu secreto;
- Área inconsciente ou eu
desconhecido.
Para compreender o modelo de
representação, imagine uma janela com quatro "vidros" e em que cada
"vidro", corresponde a uma área anteriormente descrita, sendo a
definição de cada uma delas:
• Área livre ou eu aberto – zona que
integra conhecimento do ego e também dos outros;
• Área cega ou eu cego – zona de
conhecimento apenas detido pelos outros e portanto desconhecido do ego;
• Área secreta ou eu secreto – zona de
conhecimento pertencente ao ego e que não partilha com os outros;
• Área inconsciente ou eu desconhecido
– zona que detêm os elementos de uma relação em que nem o ego, nem os outros
têm consciência ou conhecimento.
Para se entender melhor o
funcionamento da janela, vejamos o seguinte exemplo:
Numa relação recente, quando dois
interlocutores (duas janelas), iniciam o seu primeiro contacto, a interacção
apresenta áreas livres muito reduzidas, áreas cegas relativamente grandes,
áreas secretas igualmente extensas e obviamente áreas inconscientes intactas.
2 – OBJETIVOS
De acordo com o coordenador, a prática é usada nas equipes para que as pessoas percebam quais são suas características e saibam notar as dos demais colegas, o que é importante para o relacionamento. "A técnica visa aproximar ainda mais as pessoas".
As conseqüências disso são uma melhor conexão entre a equipe que, a partir do conhecimento das qualidades de seus membros, passarão a respeitá-los mais e saber com quem contar para cada tipo de trabalho. Resultado: mais produtividade num ambiente harmonioso!
3 – COMO FAZER
A Janela de Johari deve ser aplicada em quatro etapas, nas quais qualidades devem ser expostas, descritas de maneira simplificada abaixo:
* Imagem aberta: qualidades que você sabe que tem e os outros também. É uma espécie de retrato onde a pessoa se identifica assim como os outros a identificam;
* Imagem secreta: qualidades que você sabe que tem e os outros não. É o que a pessoa realmente é, mas esconde das demais;
* Imagem cega: qualidades que você não sabe que tem, mas os outros sim. A percepção das demais pessoas sobre você;
* Imagem desconhecida: qualidades que nem você nem os outros sabem que você possui. É o que está presente no subconsciente, difícil de ser analisado e percebido.
Durante a dinâmica, cada pessoa recebe um papel com quatro quadrados para colocar suas características, os papéis rodam e as outras pessoas também preenchem.
Depois disso, são colocadas para o grupo as qualificações de cada profissional, em uma lousa. É nessa hora que entra o psicólogo, para analisar os dados. A realidade pode ser um pouco dura com um integrante da equipe e, por isso, é preciso maturidade para participar, disse o coordenador
4 –
BIBLIOGRAFIA


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